Recebi por email e não sei a origem da fonte, mas adorei tanto, achei tão lindamente criativo e útil que resolvi compartilhar. Não consegui achar o "modo de fazer". Se alguém souber, por favor me mande, gostaria muito de fazer umas dessas artes maravilhosas com reciclagem.
“Nós anunciamos o surgimento de um país conceitual, chamado Nutopia. A cidadania deste país pode ser obtida pela "simples" declaração de sua consciência de Nutopia. Nutopia não possui território, não tem fronteiras, não emite passaportes; possui apenas gente. Nutopia não dispõe de nenhuma lei além das leis cósmicas. Todas as pessoas de Nutopia são embaixadoras do país”. http://www.joinnutopia.com/
Casa é uma construção de cimento e tijolos. Lar é uma construção de valores e princípios. Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio... Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão. Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar. O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair. Numa casa criamos e alimentamos problemas. O lar é o centro de resolução de problemas. Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam. Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam. Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam. Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apóiam e nas lutas se solidarizam. Numa casa desdenha-se dos nossos valores. No lar sonhamos juntos. Numa casa há azedume e destrato. Num lar sempre há lugar para a alegria. Numa casa nascem muitas lágrimas. Num lar plantam-se sorrisos. A casa é um nó que oprime, sufoca... O lar é um ninho que aconchega. Se você ainda mora em uma casa, nós o (a) convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar e que Jesus seja sempre o seu convidado especial.
...do caderno da vovó...
8 ovos - 1 litro de leite - 1 xícara de chá de açúcar
separe as gemas das claras.
Bata as claras em neve bem firme. Em uma panela coloque um litro de leite e deixe ferver,
quando levantar a fervura, com uma colher grande, vá acrescentando as claras para serem cozidas.
Abaixe o fogo, elas cozinham rápido, vire as claras, deixe mais um pouco, segundos, e retire com uma escumadeira, vá colocando as claras cozidas em um pirex.
Faça isso até acabarem as claras.
Na vasilha das gemas acrescente uma xícara de chá de açúcar bem cheia e bata essa mistura até ficar bem cremosa, despeje essa mistura bem devagar no leite que ainda está no fogo e mexa devagar para não talhar, quando acabar de despejar, mexa e desligue, não deixe as gemas cozinharem.
Despeje a gemada por cima das claras cozidas e se gostar, pode acrescentar canela ou baunilha. Adoro!!!
Para quem adora um café espumante e rápido.
Bater na batedeira:
01 pacotinho de café solúvel de 50g
150g de açúcar GLAÇUCAR
50 ml de água - misture tudo e
bata na batedeira até essa mistura crescer, ficará como um sorvete cremoso bem firme.
guardar em pote no freezer. não congela.
Para preparar o café: coloque essa mistura a gosto em uma xícara, acrescente água fervente ou leite quente e misture. Se preferir café gelado, bater essa mistura com leite gelado no liquidificador. fica ótimo.
Quem me chamou Quem vai querer voltar pro ninho Redescobrir seu lugar Pra retornar E enfrentar o dia-a-dia Reaprender a sonhar Você verá que é mesmo assim Que a história não tem fim Continua sempre que você responde sim à sua imaginação à arte de sorrir Cada vez que o mundo diz não Você verá que a emoção começa agora Agora é brincar de viver Não esquecer Ninguém é o centro do universo Que assim é maior o prazer E eu desejo amar A todos que eu cruzar Pelo meu caminho Como eu sou feliz, eu quero ver feliz Quem andar comigo, Vem...
Eu sei que determinada rua que eu já passei
Não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E que nunca mais eu vou abrir. Cada vez que eu me despeço de uma pessoa
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar
Com que rosto ela virá? Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada,
E que está em algum lugar me esperando
Embora eu ainda não a conheça?
Vou te encontrar vestida de cetim,
Pois em qualquer lugar esperas só por mim E no teu beijo provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar. Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida
Qual será a forma da minha morte? Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida. Existem tantas... Um acidente de carro.
O coração que se recusa a bater no próximo minuto,
A anestesia mal aplicada, A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida
O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe,
Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio...
Oh morte, tu que és tão forte,
Que matas o gato, o rato e o homem.
Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar
Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva
E que a erva alimente outro homem como eu
Porque eu continuarei neste homem,
Nos meus filhos, na palavra rude
Que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite...