sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Catanduva Cidade Feitiço



Catanduva é uma cidade pequena do interior do Estado de São Paulo e dista 384 km da capital paulista. Sua população é de 112.820 habitantes (IBGE 2010). Foi fundada em 14 de abril de 1918 (emancipação política).

De 2004 a 2012 Catanduva passou por uma enorme transformação. O prefeito Afonso Macchione Neto fez da cidade um enorme canteiro de obras, abrindo avenidas, ruas, ligando bairros, embelezando a cidade, despoluindo o rio São Domingos, mudança do aterro sanitário segundo as normas ambientais e tantas outras obras. Em 2005 tive o privilégio de fazer um tour pela cidade com o prefeito. Rodamos pela cidade por aproximadamente 4 horas em um ônibus da prefeitura. Ele mostrava cada bairro da cidade e suas necessidades e falava dos projetos para cada um deles. Hoje, faltando 30 dias para o término de seu mandato, nem acredito em tudo que vejo! Catanduva está de “cara nova”! Ele cumpriu o que falou em campanha. O Prefeito Afonso Macchione Neto não fez política, ele administrou a cidade e respeitou o dinheiro público!
Obrigada Senhor Prefeito Afonso Macchione Neto, por tudo o que fez por nossa cidade.
Agora sim, Catanduva cidade Feitiço!

Eis aqui algumas poucas fotos das obras, pois são muitas e algumas fotos de Catanduva.




fotos de Catanduva ano 2012
Prefeitura de Catanduva

fotos de Catanduva ano 2012
Terminal urbano

fotos de Catanduva ano 2012
Rua América - Praça Leci Pinotti

Fotos de Catanduva ano 2012
Rua América - Praça  Leci Pinotti
Rio São Domingos - Despoluição

Fotos de Catanduva ano 2012
Lagoa sendo construida atrás da rodoviária
Fotos Catanduva ano 2012
Rua América - Praça do idoso

Av José Nelson Machado

Praça da Matriz

Passarela ligando a Av Theodoro Rosa Filho a Av Francisco Agudo Romão Filho

Av Theodoro Rosa Filho - Corredores verdes

 
Av Theodoro Rosa Filho
 
Construção do Parque dos Ipês - Av Theodoro R Filho
Costrução do ponte sobre o rio São Domingos ligando a Rod. Alfredo Jorge
Passarelas e escadarias ao longo da Av Theodoro Rosa Filho ligando ao bairro solo Sagrado
Caminho Chinês - marginal do rio São Domingos

Vista da Av Jose Nelson Machado - Ipês Florindo 2012

Vista do Viaduto Castelo Branco

Viaduto Castelo Branco

Praça da República

Praça da Matriz - Monsenhor Albino

Igreja da Matriz com telas de Benedito Calixto

Igreja da Matriz


Catanduva - Vista do viaduto do São Francisco

Ipês - Av São Domingos

Catedral Nossa Senhora Aparecida (Igreja do Santuário)
 
Casarão da época do café nas margens dos trilhos da Fepasa - vista da Av Daniel Soubhia
Ipês - Av. São Domingos
Ipês - Av. São Domingos
Vista Catanduva

Vista Catanduva centro




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Reflexão


"Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada." Romanos 12:6

Era uma vez uma árvore, no meio de uma floresta. 
Ela era uma árvore muito pequena, de galhos muito frágeis, mas sonhava ser grande e dar muitos frutos.  
O tempo foi passando, seu caule engrossou e suas folhas se multiplicaram. 
Um belo dia, ela perguntou à sua mãe quando é que os frutos viriam.  
-Oh! Meu amor! Não somos árvores frutíferas. Somos só assim mesmo... 
E a árvore chorou, porque não tinha nada pra oferecer.  
Via as pessoas apanharem frutas de suas companheiras, e até folhas medicinais, enquanto ela vivia ali, parada, inútil. 
Até que ficou tão triste que teve vontade de morrer.  
Suas folhas, então, foram murchando. 
Seus galhos começaram a secar.  
Ela foi ficando cada vez mais curvada, seca, e no silêncio de sua dor,  ouviu um pássaro piar:  
-Por favor, Dona Árvore! Não faça isto. Minha esposa está chocando nossos filhotes, aqui neste seu galho. Se ele cair, que será de nós? 
Espantada, ela começou a prestar atenção em si mesma.  
E passou a reparar quantos seres moravam nela. 
Tinha uma família de micos-leões.  
E mais uma casinha de João-de-barro. 
E mais uns besouros.  
Uma orquídea em botão, presa ao seu tronco, sussurrou: 
-Espere um pouco mais, para ver a surpresa que vou lhe fazer!  
Então ela viu as abelhas que se tinham alojado num vão entre suas raízes, onde fabricavam mel saboroso. 
E viu uma família de pessoas almoçando à sua sombra.  
E só então ela conseguiu ouvir a voz de Deus em seu coração, dizendo: 
-Nem todas as árvores têm frutos para dar. Porém alguma, como você, pode ter muito mais a oferecer...  
A árvore, com aquele pensamento, recuperou a vontade de viver, ficando saudável em poucos dias. 
Assim, ela pôde festejar quando os passarinhos nasceram, e a orquídea logo se abriu.  
Muitas gerações de crianças já construíram casas e balanços em seus galhos firmes e fortes. 
Esta é uma de suas grandes alegrias!  
E até hoje ela está lá, dando cada vez mais sombra, sustentando cada vez mais vidas, feliz por ter encontrado sua verdadeira razão de viver. 


Autor Desconhecido 
Colaboração de Um Amigo de Deus Rubens Meira

domingo, 25 de novembro de 2012

Minha Vida na Outra Vida

 Assisti ao filme " Minha vida na outra vida" e me deparei com o mais belo relato de reencarnação baseado em fatos reais. Existem muitos, mas esse me tocou de uma forma única! Vivi cada momento do filme com muita expectativa, e um final surpreendente! Em busca de maiores informações encontrei um blog que fez um trabalho de pesquisa maravilhoso. Quanto ao filme...eu recomendo muito e muito! Assistam e se emocionem! O filme tem uma música belíssima também: " Yesterday's Children".
O Blog:
http://carlossteigleder.blogspot.com.br/2010/03/jenny-cockell-uma-surpreendente.html

                                                                A música




                                                            O Filme

Estrada do sol

É de manhã, vem o sol mas os pingos da chuva que ontem caiu
Ainda estão a brilhar, ainda estão a bailar ao vento alegre que nos tráz esta canção

Quero que você me dê a mão
Vamos sair por aí sem pensar no que foi que sonhei, que sofri, que chorei
Pois a nossa manhã só nos fez esquecer
Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol

É de manhã, vem o sol mas os pingos da chuva que ontem caiu
Ainda estão a brilhar, ainda estão a bailar ao vento alegre que nos tráz esta canção

Por aí, sem pensar no que foi que sonhei, que sofri, que chorei
Pois a nossa manhã só nos fez esquecer
Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol

Quero que você me dê a mão
Vamos sair por aí sem pensar no que foi que sonhei, que sofri, que chorei
Pois a nossa manhã só nos fez esquecer
Me dê a mão, vamos sair pra ver o sol

É de manhã... 

Tom Jobim

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

TODO SENTIMENTO



Preciso não dormir
Até se consumar
O tempo da gente
Preciso conduzir
Um tempo de te amar
Te amando devagar e urgentemente
Pretendo descobrir
No último momento
Um tempo que refaz o que desfez
Que recolhe todo sentimento
E bota no corpo uma outra vez
Prometo te querer
Até o amor cair
Doente, doente
Prefiro então partir
A tempo de poder
A gente se desvencilhar da gente
Depois de te perder
Te encontro com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu

Depois de te perder
Te encontro com certeza
Talvez num tempo da delicadeza
Onde não diremos nada
Nada aconteceu
Apenas seguirei
Como encantado ao lado teu

Chico Buarque

sábado, 3 de novembro de 2012

PATÊ DE CENOURA

A quantidade de cada ingrediente nesta receita dependerá da quantidade de cenouras que usar.
Nesta, eu usei 6 cenouras grandes.

- 6 cenouras grandes, raspar a casca e ralar no ralo mais fino do ralador ( eu uso a master)
- 1 pimentão grande picado bem picadinho  ( na master colocar aos poucos, pica e retira, põe outra quantidade e faz o mesmo processo, pois se ficar picando as que ja foram picadas, ficará batido como no liquidificador e não é batido o que se deseja e sim picadinho bem pequeno como para um vinagrete.

- 1 cebola grande - mesmo procedimento do pimentão
- 3 dentes de alho grandes - mesmo procedimento do pimentão e da cebola
- 12 azeitonas verdes bem picadinhas
- 1 pimenta vermelha sem sementes e cortadas em tirinhas bem  fininhas

Depois de tudo ralado e picado, ponha em uma travessa e misture tudo bem misturado e vai acrescentado:
- 4 colheres de sopa de maionese
- 4 colheres de sopa de katchup
- 3 colheres de sopa de mostarda

( isso tudo é a gosto, para essa quantidade de cenoura eu uso essa quantidade de maionese, ketchup e mostarda, às vezes um pouco mais, o importante é ficar uma consistência cremosa)
 Misture tudo e acrescente uvas passas sem sementes ( eu acrescentei 100 g , se gosta menos doce é só diminuir a quantidade) e uma xícara de salsa e cebolinhas picadas bem fininhas. Misture tudo e está pronto. É muito delicioso, principalmente para quem gosta de comidas adocicadas. É sempre um sucesso garantido. Algumas vezes acrescento uma xícara de nozes picadinhas para um fundo mais sofisticado. Dura por mais de uma semana na geladeira sem alteração de sabor. Uma dica: não ponha tomates, cria água e altera o sabor no dia seguinte. Eu gosto de servir com torradas ou em trouxinhas de alface.


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

VIAGEM



"Composta em 1964 por João de Aquino e Paulo césar Pinheiro"
Oh tristeza, me desculpe
Estou de malas prontas
Hoje a poesia veio ao meu encontro
Já raiou o dia, vamos viajar
Vamos indo de carona
Na garupa leve do vento macio
Que vem caminhando
Desde muito longe, lá do fi do mar
Vamos visitar a estrela da manhã raiada
Que pensei perdida pela madrugada
Mas que vai escondida
Querendo brincar
Senta nesta nuvem clara
Minha poesia, anda, se prepara
Traz uma cantiga 
Vamos espalhando música no ar
Olha quantas aves brancas
Minha poesia, dançam nossa valsa
Pelo céu que um dia
Fez todo bordado de raios de sol
Oh poesia, me ajude
Vou colher avencas, lírios, rosas dálias
Pelos campos verdes
Que você batiza de jardins-do-céu
Mas pode ficar tranqüila, minha poesia
Pois nós voltaremos numa estrela-guia
Num clarão de lua quando serenar
Ou talvez até, quem sabe
Nós só voltaremos no cavalo baio
O alazão da noite 
Cujo o nome é raio, raio de luar